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Em Lágrimas para a Vitória, o Grupo Folclórico Árabe RAIATON MINA SHARK apresenta as transformações que uma guerra pode provocar em cidadãos comuns.
Convocação de jovens para o exército, ruptura familiar, união de homens e mulheres na resistência em defesa de seu país, desamparo de crianças deixadas à própria sorte: todos estes conflitos estabelecem a tônica do espetáculo, servindo de contraste à esperança pelo fim dos combates e o desejo de reconstrução da pátria e do futuro.
Coreografias e encenações intercalam-se no espetáculo com objetivo de tecer um retrato que, independentemente da cultura ou do credo religioso, defende o direito de todos os povos a existirem, vivendo em paz incondicional.
"Paz é uma conquista que todos devemos buscar diariamente".
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FICHA TÉCNICA
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| DIREÇÃO E COREOGRAFIA:CINTIA MURARO e HASSAN M. ALI BASSAM |
| PREPARAÇÃO CÊNICA: CAROLINA MOTTA |
| PESQUISAM HISTÓRICA : HASSAN M. ALI BASSAM |
| ARGUMENTO GERAL: MAGNUS GOULART |
| COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO: ROBERTA STORELLI |
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ROTEIRO
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Para ouvir a música, passe o mouse na vitrolinha. |
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| PARTE I |
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CENA 01
A Família
Uma típica família árabe reúne-se com alguns amigos para um jantar comemorativo. Esse evento, entretanto, é afetado pela dura notícia de que as relações diplomáticas entre os governos de seu país e de um país vizinho são encerradas. A guerra é iminente. A tristeza e o desânimo nos semblantes das pessoas mostram a preocupação com que está por vir. |
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CENA 02
Convocação
Contrariando o desespero que atinge mulheres e crianças, os homens demonstram sua determinação e coragem, pegando em armas, despedindo-se de suas famílias e se preparando para o combate. |
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CENA 03
Lágrimas
O quadro se agrava mais quando, confirmando a intuição de sua mãe, o jovem da casa é convocado pelo exército a defender a pátria. Ele se despede dela.
A dor se evidencia através dos olhos tristes e sofridos de ambos. O jovem se reúne, então, com outros soldados, rumando para o local dos confrontos. |
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CENA 04
Guerreiros
Os combatentes recebem as últimas minstruções de treinamento. Nas fileiras, a batalha se intensifica. O jovem árabe, em um momento de bravura, despede-se de seus colegas e se infiltra nas linhas inimigas e, apesar de lutar com ferocidade, acaba sendo ferido e morto. |
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CENA 05
Nossa Terra
Em uma tentativa de ajudar seus maridos a salvar suas famílias, as mulheres aderem à guerra pegando as espadas e partindo para a batalha. |
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CENA 06
Infância Perdida
"Minha terra é pequena assim como eu! Porque não deixam viver minha infância em paz?".
Com esses brados, crianças pedem pelo fim da guerra e pelo início das negociações de paz.
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CENA 07
A Luta
Pressentindo o fim dos combates, os guerreiros exaltam o valor de suas terras e a importância de defendê-las.
Não existem distinções. Homens e mulheres tornam-se um só na defesa do seu ideal.
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CENA 08
O Mártir
Os mortos são recolhidos. Entre eles, o corpo do jovem rapaz se destaca.
A família é notificada de sua perda e a lamenta.
Entretanto, surge ali um mártir. Um bravo guerreiro que pereceu defendendo os ideais de seus familiares e de suas terras.
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CENA 09
A Vitória
Os alto-falantes anunciam o fim dos combates e convocam a população a tomar as ruas e reconstruir tudo o que foi destruído pela guerra.
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CENA 10
Reconstrução
Nas ruas enfeitadas, crianças correm e a música se faz ouvir ao longe. A vida começa a voltar ao normal.
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CENA 11
Liberdade
Imbuídos do espírito de reconstrução, os habitantes da cidade festejam o direito de serem livres outra vez. Nota-se no ar a esperança de tempos de paz duradouros.
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CENA 12
Brincadeira
As crianças, antes afligidas pelo terror dos combates, agora brincam, cantam e dançam alegres nas ruas, em um momento só delas. |
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CENA 13
Felicidade
Responsáveis pela beleza do ambiente, mulheres celebram a alegria da volta de suas vidas à normalidade.
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CENA 14
Paz
Mais do que o desejo de reconstrução, faz-se presente nos olhares e expressões da população o pedido de paz. Bandeiras empunhadas e danças marcam a celebração de um tempo pacífico, enfim.
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